Proprietary Credit Intelligence · Ampara

Relius Index

O primeiro scoring de risco municipal desenvolvido especificamente para crédito consignado público.

5.571 municípios brasileiros avaliados em oito dimensões de risco fiscal, previdenciário, político e de mercado. Uma nota. Uma decisão. Spread certo desde o início.

Índice Relius

82 / 100

Colateral
Espaço fiscal
Base de mercado
CAPAG
Completude
T1 — ExcelenteAvançar imediatamente
Metodologia protegida · Ampara 2026

Como funciona

Sete dimensões de risco, uma nota final

O Relius não é uma média de indicadores públicos. Cada dimensão é calibrada para capturar um vetor específico de risco em consignado municipal — e contribui de forma proporcional ao seu impacto real na probabilidade de default.

01

Colateral disponível

Percentual de folha autorizado para desconto consignado. Determina o espaço de crédito real do município.

02

Saúde fiscal de longo prazo

Relação entre despesa de pessoal e receita corrente. Sinaliza capacidade de sustentar a folha sem pressão da LRF.

03

Mercado endereçável

Volume e concentração de servidores ativos. Mede se o custo de credenciamento se justifica pelo tamanho do mercado.

04

Risco fiscal ajustado

Nota CAPAG com diagnóstico: distingue restrição formal de estresse de solvência — cada hipótese com penalidade proporcional.

05

Qualidade da informação

Municípios com dados verificados recebem maior confiança. Ausência de dado não é neutro — é penalizada.

06

Risco previdenciário (agregado)

Vetores de RPPS e maturidade previdenciária entram como sinal distinto do só espaço fiscal corrente — sem substituir a leitura de adimplência e margem.

07

Estabilidade político-institucional

Governança e previsibilidade de mandato reduzem risco de interrupção em contratos de longo prazo — próprio de consignado municipal.

Classificação de risco

Cinco tiers, cinco estratégias

O score final é convertido em um tier que dita ação comercial, elegibilidade para cessão e spread mínimo. A faixa de PD por tier é compartilhada com parceiros sob acordo de confidencialidade.

T1 — Excelente

Prioridade máxima. Dados completos, margem confirmada, fiscal saudável.

T2 — Bom Potencial

Prospecção ativa. Alta viabilidade com 1–2 dados faltantes.

T3 — Bancarizável

Monitorar. Viável com due diligence complementar.

T4 — Risco Estrutural

Atenção. Risco fiscal estrutural — exige garantias adicionais.

T5 — Inviável

Não prospectar. Score abaixo do piso de viabilidade operacional.

* Tiers com asterisco indicam classificação provisória por dado faltante. Score pode aumentar substancialmente após coleta.

Consistência comercial · argumento forte

O Relius alinha decisão onde a CAPAG sozinha dispersa equipas e carteiras

A CAPAG é obrigatória e importante — disciplina relatórios fiscais. Mas crédito consignado exige ler margem, base, espaço fiscal, dados e operações na mesma linguagem. É aí que o Relius faz diferença: traduz cenários díspares sob a ótica STN numa nota, tier e grau únicos para precificação.

Só CAPAG "na cabeça" · risco alto de erro humano

  • A letra muda linha no Excel; o playbook comercial também muda sem critérios explicáveis.
  • Oportunidades com boa estrutura operacional ficam atrás porque o time prioriza apenas o ‘A’ bonito.
  • Comités debatem caso a caso; spread e tempo de fechagem oscilam com humores de segmento.

CAPAG dentro do modelo · Relius no comando da praça

  • CAPAG entra como dimensão; não rouba decisão inteira quando outras alavancas sustentam o crédito.
  • A mesma nota e o mesmo tier aceleram playbook: mesmo enquadramento de risco, mesmo next step.
  • Discussão vai para onde importa — preço, limite e governança — com trilho auditável e repetível.

Na base inteira já vemos este padrão (exemplos anónimos, sem nomes de município)

Mesma nota, CAPAG diferentes

Municípios com CAPAG A e CAPAG B lado a lado com a mesma pontuação Relius — o modelo não confunde solvência contábil com viabilidade de consignado; mostra onde o envelope de negócio se mantém igual.

CAPAG inferior, mesmo tier forte

Municípios com CAPAG B aparecem com o mesmo tier de excelência que CAPAG A quando dados de margem, base e saneamento fiscal se somam bem — menos falso negativo na originação.

Dispersão clássica A · B · C

Há cenários onde CAPAG A, CAPAG B e CAPAG C coexistem dentro da mesma faixa Relius — bancarizável, com mesmo grau operacional para estruturação. Ou seja: a letra muda mais do que o risco económico que interessa ao consignado.

Nota prudencial: o Relius não substitui análises regulatório-normativa do banco nem dispensa cheque de crédito. Ele reduz inconsistência entre sinais fiscais e realidade das praças onde vocês já estão autorizados a operar.

Vantagem para o banco parceiro

Carteira melhor precificada desde a originação

Spreads calibrados por município

Abandone spreads uniformes por categoria geográfica. O Relius permite que cada praça seja precificada pelo seu risco real.

Além do CAPAG

A nota STN captura conformidade contábil, não potencial de crédito. O Relius decompõe o CAPAG e aplica penalidades proporcionais ao risco efetivo.

Decisão sistematizada

Do prospecto ao veredito de elegibilidade, o processo é rastreável e auditável — sem dependência de julgamento caso a caso.

Carteira ativa no tempo

Eventos fiscais (rebaixamento CAPAG, atraso de repasse, RCL em queda) disparam reclassificação imediata — a carteira nunca dorme.

Metodologia proprietária e confidencial

Os pesos, thresholds e algoritmos do Relius Index são protegidos como propriedade intelectual da Ampara. A documentação técnica completa — incluindo critérios de elegibilidade e calibração de spreads por tier — é compartilhada exclusivamente com parceiros sob NDA. Entre em contato para agendar uma apresentação.

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